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21/05 As oportunidades do pré-sal



No dia a dia, percebemos que as oportunidades surgem sempre que temos que vencer alguma barreira, dificuldade ou deficiência, seja ela de formação técnica, científica, comportamental ou intelectual. Mas é preciso estar atento quando elas aparecem. Um bom exemplo disso está acontecendo neste exato momento no país. O pré-sal é um verdadeiro diamante ou melhor, ouro negro, como fala o artigo de Fernando Arbache a seguir. Isso porque para que as reservas de óleo na camada pré-sal sejam acessadas será necessário desenvolver toda uma nova tecnologia e “modus operandi” que até o momento nenhum país do mundo tinha feito uso. Os desafios científicos e, consequentemente, as soluções provindas desse novo achado serão muito valiosos para o Brasil. Este é o momento, portanto, de incentivar as pessoas a serem mais profundas e a não recuarem diante do não saber. Da mesma forma, universidades e centros de pesquisa precisam continuar formando pessoas preparadas para ocupar os novos postos de trabalho que passarão a surgir. Com todo o crescimento que o Brasil deve obter nos próximos anos (desde que governantes saibam aproveitar a oportunidade que surgiu), pessoas capacitadas, preparadas tecnicamente e com profunda bagagem científica, provindas de universidades ou centros de excelência, poderão assumir posições cada vez mais estratégicas e inovadoras. Precisamos, por fim, que as pessoas, principalmente os jovens, percebam as novas oportunidades, que queiram buscar novos conhecimentos e que, em nenhum momento, desistam diante do novo, da dificuldade ou do problema, mas sim procure uma maneira, brilhante ou simples, para resolver as situações que aparecerem pela frente. Vera Lana Sócia-diretora Grupo Veralana

Ouro Negro

Por Fernando Arbache e Jorge Arbache Referindo-se à divisão da Europa em duas partes logo após o final da Segunda Guerra, Winston Churchill afirmou que “uma cortina de ferro” havia cortado o continente dando origem à Guerra Fria. A crescente tensão entre os blocos fez com que cada lado buscasse tecnologias bélicas que melhores condições oferecessem para prevalecer sobre o oponente. Essa corrida impulsionou a ciência e a tecnologia e dali surgiriam grandes inovações que acabariam sendo empregadas para uso civil, como o jato comercial e a internet. Confira artigo na íntegra: http://www.arbache.com/blog/2013/01/ouro-negro.html